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Psicóloga Andréa Euzébio de Oliveira     23 de Junho de 2021
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                                                            Em que momento devo pedir ajuda?

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Esta é uma pergunta, cujas respostas, são mais difíceis de responder do que parece, pois, o óbvio, seria: " Quando estamos

com problemas". Sim, dentro de um senso comum, seria uma ótima alternativa mas são todas as pessoas, que enfrentam algum problema neste exato momento, que necessitariam passar por acompanhamento  Clinico? Sem dúvidas  nenhuma que não,  porém, os sinais evidentes ou ocultados, desta necessidade de acompanhamento profissional, não se restringe ao sofrimento emocional que posteriormente desencadeiam reações físicas, fisiológicas dentre outros sintomas somatizados, mas me permita acrescentar nesta conta, os "Prejuízos" tanto em nós mesmos como em nossas relações emocionais afetivas, relações familiares,sociais,profissionais e por ai vai.

                 A reflexão que deixo neste nosso primeiro encontro é que o melhor momento para procurarmos a ajuda, acontece quando damos crédito aos apelos do nosso "eu", interior e aos alertas emitidos pelas pessoas, que estão a nosso redor, pois, isso nos ajudará a antecedermos todos aqueles " prejuízos" citados anteriormente, entendendo que, quanto mais rápido procurarmos a ajuda, certamente iremos minimizar os estragos que já existem evitando a soma do Problema existente ou seja, mais Recuperação de Percas.

Psicóloga Andréa Euzébio de Oliveira     07 de Junho de 2021
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                                                          Planeta, antes e pós, covid-19, sobre o que refletir?!

Como Psicóloga Clínica, desde minha formação e na minha propia condição existencial, já tinha uma noção que viver é uma Graça Divina, porém, cercada de desafios e escaladas íngremes no sobe e desce da vida em suas multifaces mas com a chegada dá pandemia, muito mais do que nós nos ajustarmos há um mundo que oscila em suas décadas, um gigantesco " Tapete" se assim posso dizer, se levantou e apontou para as mais profundas e reais complexidades humanas. Sim, o que vejo como recado dado neste novo cenário, se trata do quanto vivemos anos a pós anos, acumulando entulhos emocionais, afetivos, vivências sejam nas esferas individuais ou coletivas, como uma sujeira acumulada e não limpa, simbolizada por nossos cuidados, Psicológicos, Afetivos, Familiares enfim, tudo muito a 3° plano pois, afinal de contas, uma sociedade com tantas tarefas e excesso, pra que, nos preocuparmos com nossos elos, brevidade, finitude e ações de empatia se está tudo tão automático? Sendo assim, com o tapete existencial descoberto, chega o momento de olhamos em primeiro momento para nossas mazelas não tratadas que em síntese, agrega ao outro e outros  como protagonistas de uma grande faxina em nossa história para que possamos pelo menos ter a percepção do que podemos aprender com tantas perdas, distâncias, medo, egoísmo mas também, amor ao próximo, empatia, união e solidariedade.

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